quarta-feira, 20 de março de 2019

Aula - 02 e 09/abril/2019.

ARTE EFÊMERA

















ARTE EFÊMERA


Quanto tempo dura uma obra de arte?
Algumas obras permanecem muito tempo, como é o caso das pinturas rupestres; outras sofrem a ação do tempo e se deteriorem. E quando não há preocupação em conservá-las ou restaurá-las, essas obras tendem a desaparecer.
Mas nem sempre a intenção do artista é produzir uma obra que dure muito tempo. Transitória, passageira, fugaz, que dura pouco: essas são caracterizações possíveis da Arte Efêmera.





Monumento mínimo (2009) – Néle Azevedo - Gelo.
Castelos e esculturas de gelo, iluminados com luzes coloridas, no 29º Festival de Esculturas de Gelo e Neve, em Harbin, China (2013).


Primórdios da efemeridade na arte.

Fonte: Haddad, Denise Akel. A arte de fazer arte, 9º ano / Denise Akel Haddad, Dulce Gonçalves Morbin. 4. Ed. São Paulo: Saraiva: 2013.




Massificação (João) (1996) – Carlos Zilio – Original perdido, 2ª versão (1988) – Vinílica sobre madeira e acrílico (80 X 145 X 26 cm).




-        ATIVIDADE: Materiais efêmeros.
-        Faça um projeto para uma obra efêmera. Pode ser uma composição bidimensional ou tridimensional.
-        Liste os materiais que pretende usar (atrás da folha A4).
-        Realize o projeto e em folha A4, anexe um registro fotográfico (foto 15 x 21).

Com a Arte Efêmera, materiais perecíveis como alimentos, folhas de árvores, flores, insetos, sangue, gelo, terra, areia e até lixo passaram a fazer parte da lista de possibilidades criativas de um artista. Mas outros materiais mais resistentes também podem ser utilizados para fazer esse tipo de arte.
A condição para chamar uma obra de “efêmera” é sua curta duração: ou porque os materiais se degradam com o tempo ou porque o artista só mantém a composição montada durante um certo período.
Como as obras efêmeras são um acontecimento restrito a um momento, para “guardá-las” é preciso recorrer a formas de registro como a fotografia e o vídeo. Além disso, alguns artistas desenham projetos e escrevem textos sobre as obras.



Massificação (João) (1996) – Carlos Zilio – Original perdido, 2ª versão (1988) – Vinílica sobre madeira e acrílico (80 X 145 X 26 cm).





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